{"id":33,"date":"2017-05-13T03:15:25","date_gmt":"2017-05-13T03:15:25","guid":{"rendered":"https:\/\/anarcopunk.org\/festival\/?page_id=33"},"modified":"2017-07-30T04:26:47","modified_gmt":"2017-07-30T04:26:47","slug":"artigo-revista-geni-27","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anarcopunk.org\/festival\/entrevistas\/artigo-revista-geni-27\/","title":{"rendered":"ARTIGO REVISTA GENI #27"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Festival do Filme Anarquista e Punk de SP<\/span><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><i>Sobre rumos e percursos, v\u00eddeos anarquistas e mulheres em luta. Por Elaine Campos e Marina Knup<\/i><\/span><br \/>\n<span id=\"more-6761\" style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Publicado em 14\/12\/2015 |\u00a0<a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/revistageni.org\/12\/festival-do-filme-anarquista-e-punk-de-sp\/\">http:\/\/revistageni.org\/12\/festival-do-filme-anarquista-e-punk-de-sp\/<\/a><\/strong><\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/i1.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/ESPA%C3%87O-JAIME-CUBERO-feira-de-material-libert%C3%A1riotodos-os-dias03ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" rel=\"attachment wp-att-6857\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6857 size-full\" src=\"http:\/\/i1.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/ESPA%C3%87O-JAIME-CUBERO-feira-de-material-libert%C3%A1riotodos-os-dias03ELAINECAMPOS.jpg?resize=709%2C473\" alt=\"ESPA\u00c7O-JAIME-CUBERO--feira-de-material-libert\u00e1rio(todos-os-dias)03ELAINECAMPOS\" width=\"651\" height=\"33\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Desde o fim da d\u00e9cada de 70, festivais de filme dedicados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o audiovisual anarquista t\u00eam sido organizados mundo afora reunindo tanto os filmes feitos por anarquistas, quanto aqueles que de alguma forma dialogam com as quest\u00f5es e lutas nas quais o anarquismo se envolveu historicamente. At\u00e9 os dias de hoje seguem sendo organizados, de forma peri\u00f3dica ou espor\u00e1dica, tanto em pa\u00edses da Europa, quanto na Am\u00e9rica do Norte, Am\u00e9rica do Sul e outras partes. Com inspira\u00e7\u00e3o nesses festivais e sentindo a necessidade de divulgar, debater e problematizar o audiovisual anarquista no Brasil e Am\u00e9rica Latina, em 2012 nasce o Festival do Filme Anarquista e Punk de S\u00e3o Paulo, com a iniciativa dos projetos <a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Do-Morro-Produ%C3%A7%C3%B5es-536238349726212\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Do Morro Produ\u00e7\u00f5es<\/a> e <a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/anarcopunk.org\/anarcofilmes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Anarco-Filmes<\/a>, duas pequenas produtoras de audiovisual anarquista, punk e perif\u00e9rico atuantes na cidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A ideia era simples: realizar uma mostra anual de filmes feitos por coletivos e indiv\u00edduos anarquistas com tem\u00e1ticas diversas, e tamb\u00e9m de filmes que de alguma forma est\u00e3o relacionados \u00e0s mem\u00f3rias e \u00e0s lutas atuais em que nos envolvemos \u2013 feminista, antirracista e antifascista, movimentos sociais, ind\u00edgenas, perif\u00e9ricos, e outras lutas igualmente importantes. Para construir um Festival com participa\u00e7\u00e3o e envolvimento de mais pessoas, resolvemos abrir inscri\u00e7\u00f5es para envios e propostas. J\u00e1 t\u00ednhamos conhecimento de alguns projetos de audiovisual com foco anarquista que eram levados adiante por companheirxs de outros estados do Brasil, e mesmo de alguns pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Mas, quando abrimos inscri\u00e7\u00f5es para o envio de filmes, n\u00e3o imaginamos que ter\u00edamos uma resposta t\u00e3o positiva: chegaram dezenas de filmes de v\u00e1rias partes, que por fim encaixamos em tr\u00eas dias de programa\u00e7\u00e3o com duas salas de exibi\u00e7\u00e3o simult\u00e2neas, al\u00e9m de debates, oficinas, exposi\u00e7\u00f5es, apresenta\u00e7\u00e3o musical, sarau, e outras atividades. No ano seguinte se repetiu o mesmo padr\u00e3o: novamente muitos filmes inscritos, e, em sua maioria, de pessoas que n\u00e3o haviam inscrito filmes no ano anterior \u2013 o que foi importante para que o Festival n\u00e3o se resumisse \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o de um c\u00edrculo fechado de realizadorxs ou coletivos, ampliando a divulga\u00e7\u00e3o de outras iniciativas anarquistas nas lutas mundo afora.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full aligncenter\" src=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Cinema-Anarquista-na-Atualidade-com-integrantes-do-coletivo-organizador-do-Festival01ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" width=\"709\" height=\"473\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Da segunda edi\u00e7\u00e3o em diante, mais pessoas se aproximaram para apoiar a organiza\u00e7\u00e3o, e assim formamos um coletivo organizador que tem se reunido, discutido e conspirado a\u00e7\u00f5es durante todo o ano. Al\u00e9m desse coletivo organizador, sempre contamos com o apoio de companheirxs de outros coletivos, seja emprestando equipamentos, seja no apoio durante os dias nas proje\u00e7\u00f5es, banquinha de materiais, montagem, desmontagem e outras correrias. Chegamos esse ano na quarta edi\u00e7\u00e3o, como sempre, organizada de forma horizontal, autogerida, por consenso, sem financiamentos e de forma totalmente fa\u00e7a-voc\u00ea-mesma. Nesse percurso tamb\u00e9m organizamos uma pr\u00e9via em 2014 com uma sele\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios sobre a criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais, seguida de debate, e apoiamos a realiza\u00e7\u00e3o de uma mostra itinerante do Festival em Recife em 2015. Aos poucos, fomos criando la\u00e7os tamb\u00e9m com outros festivais de filmes anarquistas pelo mundo, o que rendeu interc\u00e2mbios de filmes e bons contatos. Tamb\u00e9m virou costume que alguns coletivos anarquistas enviem propostas para estrear anualmente seus filmes no festival \u2013 o que cria um v\u00ednculo de apoio m\u00fatuo, tanto dos coletivos com a programa\u00e7\u00e3o do festival, quanto do festival com as produ\u00e7\u00f5es dos coletivos. Para 2016 est\u00e3o sendo conspiradas novas mostras itinerantes em outros estados do Brasil, e tamb\u00e9m um ciclo de oficinas para discutir e incentivar as produ\u00e7\u00f5es anarquistas e passar adiante os conhecimentos que fomos acumulando nos \u00faltimos anos com nossas pr\u00f3prias produ\u00e7\u00f5es. E assim vamos seguindo\u2026<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Nos \u00faltimos tempos, a pr\u00e1tica que veio da organiza\u00e7\u00e3o do Festival e da produ\u00e7\u00e3o de nossos pr\u00f3prios filmes potencializou nossas reflex\u00f5es coletivas sobre o audiovisual anarquista e tem rendido novas ideias e aprofundado algumas quest\u00f5es. Temos buscado cada vez mais trilhar um caminho de divulga\u00e7\u00e3o, apoio e incentivo ao uso do audiovisual como ferramenta nas lutas anarquistas \u2013 pensando no filme anarquista n\u00e3o como um g\u00eanero, mas como uma pr\u00e1tica que deve estar inserida em um contexto de luta, e em sua produ\u00e7\u00e3o como algo que deve ser pautado pelas necessidades espec\u00edficas de cada um desses contextos: sendo assim, sem f\u00f3rmulas ou regras. Cada vez mais coletivos anarquistas, anticapitalistas e antiautorit\u00e1rios t\u00eam se apropriado da linguagem do v\u00eddeo para apoiar suas lutas, e em cada contexto o v\u00eddeo tem assumido fun\u00e7\u00f5es diversas, apoiando m\u00eddias independentes na ruptura da hegemonia midi\u00e1tica, denunciando quest\u00f5es sociais por meio de document\u00e1rios, inspirando ou incentivando pessoas \u00e0 reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o por meio de fic\u00e7\u00f5es, v\u00eddeos experimentais e outras formas de express\u00e3o audiovisual, usando a c\u00e2mera como forma de constranger, registrar e denunciar a a\u00e7\u00e3o policial em manifesta\u00e7\u00f5es, realizar coberturas de movimenta\u00e7\u00f5es mundo afora, registrar as mem\u00f3rias e experi\u00eancias de movimentos e iniciativas libert\u00e1rias, e por a\u00ed vai. As potencialidades s\u00e3o muitas, e cada vez mais cada uma delas tem sido explorada. Nesse sentido, o Festival se prop\u00f5e a ser um foco de exibi\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de todas essas iniciativas, e, ao mesmo tempo, de incentivo \u00e0s produ\u00e7\u00f5es e ao debate sobre a import\u00e2ncia dessa ferramenta, e de como podemos utiliz\u00e1-la.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Aqui, ainda entram diversas reflex\u00f5es sobre o processo de produ\u00e7\u00e3o em si \u2013 que desafia a l\u00f3gica hier\u00e1rquica da grande ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica buscando formas horizontais de organiza\u00e7\u00e3o \u2013 sobre a rela\u00e7\u00e3o entre quem realiza o filme e quem o assiste, entre quem filma e quem \u00e9 filmadx, como integrar a cultura de seguran\u00e7a no processo de produ\u00e7\u00e3o, quest\u00f5es est\u00e9ticas, vis\u00f5es mais cr\u00edticas quanto \u00e0 desenfreada evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ditada pelos interesses capitalistas, meios de apropria\u00e7\u00e3o destas tecnologias que estejam de acordo com nossas propostas, quest\u00f5es relativas a direitos autorais, meios de intera\u00e7\u00e3o dessas produ\u00e7\u00f5es com as lutas, novas potencialidades para o v\u00eddeo, as exibi\u00e7\u00f5es, os cineclubes e cinedebates, e por a\u00ed vai\u2026<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full\" src=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Cinema-Anarquista-na-Atualidade-com-integrantes-do-coletivo-organizador-do-Festival02ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" width=\"709\" height=\"473\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>E a quest\u00e3o de g\u00eanero dentro disso tudo?<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Quando pensamos na quest\u00e3o de g\u00eanero e no feminismo, novas reflex\u00f5es v\u00eam \u00e0 mente. O machismo est\u00e1 presente amplamente em todas as esferas de nossa sociedade, e n\u00e3o seria diferente dentro dos movimentos sociais e, por que n\u00e3o, do movimento anarquista. Isso se reflete em nossas organiza\u00e7\u00f5es mistas e nas din\u00e2micas coletivas dentro delas, nas rela\u00e7\u00f5es interpessoais, e, como n\u00e3o poderia deixar de ser, acaba por se refletir tamb\u00e9m nos filmes que s\u00e3o produzidos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Qual a visibilidade e poder de fala que as mulheres t\u00eam nestes filmes? Existe uma quantidade imensa de document\u00e1rios que retratam o anarquismo no mundo em momentos hist\u00f3ricos, localidades e contextos diversos, e tivemos a possibilidade de exibir muitos nestes quatro anos de Festival e em outros projetos de cineclube\/cinedebate\/exibi\u00e7\u00e3o que integrantes do coletivo participaram. Algo que muitas vezes incomoda \u00e9 a pequena presen\u00e7a de depoimentos de mulheres nestes document\u00e1rios, em sua maioria protagonizados por militantes homens. Onde est\u00e1 a voz das mulheres, que sempre estiveram ativas nas frentes de luta e que por vezes permanecem invisibilizadas? Isso acontece porque as mulheres, tendo sido relegadas \u00e0 aus\u00eancia, ao sil\u00eancio e \u00e0 marginalidade, tamb\u00e9m foram, at\u00e9 certo ponto, relegadas para a f\u00edmbria do discurso hist\u00f3rico, se n\u00e3o for para uma posi\u00e7\u00e3o totalmente fora da hist\u00f3ria (e da cultura), que tem sido definida como a historia do homem (via de regra de classe m\u00e9dia) branco. N\u00e3o d\u00e1 para negar que a mulher tenha uma hist\u00f3ria pr\u00f3pria que pode, at\u00e9 certo ponto, ser redescoberta, mas para demonstrar que em termos da narrativa dominante do cinema, na sua forma cl\u00e1ssica, as mulheres, do modo como t\u00eam sido representadas pelos homens nesse contexto, assumem uma imagem de um status \u201ceterno\u201d que se repete, em sua ess\u00eancia, atrav\u00e9s das d\u00e9cadas: superficialmente, a representa\u00e7\u00e3o muda de acordo com a moda e o estilo \u2013 mas se arranhamos a superf\u00edcie l\u00e1 est\u00e1 o modelo conhecido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">As mulheres s\u00e3o parte da hist\u00f3ria e da atualidade, mas em muitas destas produ\u00e7\u00f5es t\u00eam suas vozes silenciadas, como se a luta fosse levada adiante somente por homens \u2013 um apagamento hist\u00f3rico preocupante e perigoso. Por mais explica\u00e7\u00f5es que se possa dar caso a caso, o pouco espa\u00e7o para nossas vozes \u00e9 sintom\u00e1tico, e faz emergir a necessidade de que estas quest\u00f5es sejam levadas em considera\u00e7\u00e3o com mais cuidado durante o processo de produ\u00e7\u00e3o dos filmes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Apesar disso, a presen\u00e7a ativa de mulheres como realizadoras no audiovisual independente tem crescido, contemplando assim quest\u00f5es que somente as pr\u00f3prias poderiam discutir e apresentar. Nesses quatro anos pudemos exibir filmes sobre mulheres punks, mulheres anarquistas, a presen\u00e7a de mulheres em movimentos sociais, lutas pol\u00edticas e culturais perif\u00e9ricas, document\u00e1rios que problematizam a viol\u00eancia machista e sexista, entre outras quest\u00f5es de extrema import\u00e2ncia dentro do debate feminista. E esta tem se tornado cada vez mais uma preocupa\u00e7\u00e3o dentro do processo de curadoria dos filmes que recebemos e inclu\u00edmos na programa\u00e7\u00e3o. Ano passado uma das salas de exibi\u00e7\u00e3o ganhou o nome da anarquista espanhola Anita Aldegheri (radicada no Guaruj\u00e1, litoral de S\u00e3o Paulo, e que veio a falecer no come\u00e7o de 2015). Este ano, optamos por nomear as duas salas de exibi\u00e7\u00e3o com nomes de outras duas anarquistas, dando mais visibilidade a suas trajet\u00f3rias de vida e luta: Lucy Parsons, (anarquista negra norte-americana) e Lucia Sanch\u00e9z Saornil (anarquista espanhola, uma das fundadoras do Mujeres Libres). Tamb\u00e9m houve duas sess\u00f5es tem\u00e1ticas com filmes voltados exclusivamente para quest\u00f5es feministas, uma em cada dia, e uma exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica de Elaine Campos (Mulheres Livres: Imagens Insurgentes), que retrata a presen\u00e7a das mulheres nas lutas sociais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sess%C3%A3o-Mulheres-em-Luta01_ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" rel=\"attachment wp-att-6871\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6871 size-full alignleft\" src=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sess%C3%A3o-Mulheres-em-Luta01_ELAINECAMPOS.jpg?resize=709%2C473\" alt=\"Sess\u00e3o-Mulheres-em-Luta01_ELAINECAMPOS\" width=\"357\" height=\"33\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Retomando os filmes que exibimos nestas quatro edi\u00e7\u00f5es, deixamos aqui uma pequena lista de alguns dos filmes onde a mulher vem sendo representada na contemporaneidade de forma a proclamar e enaltecer a sua luta contra as for\u00e7as patriarcais e machistas, na tentativa de modificar os resqu\u00edcios de pensamentos coloniais e romantizados, com os mais diversos pontos de vista. Para ver, refletir, repassar, exibir e debater!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=xvOz-VfEwgk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Indomables: Uma Hist\u00f3ria de Mulheres Livres<\/a> <\/b>(63 min. | 2012 | ZerikuziA | Espanha)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Mujeres Libres foi uma organiza\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma que chegou a reunir mais de 20 mil afiliadas, unindo o feminismo a suas ra\u00edzes anarquistas, e objetivando preparar as mulheres para que pudessem participar em primeira pessoa da revolu\u00e7\u00e3o libert\u00e1ria. Naquele momento, tiveram que lidar com elevadas taxas de analfabetismo entre as mulheres, uma cultura tradicional e cat\u00f3lica, e, ainda, contra a indiferen\u00e7a de seus companheiros libert\u00e1rios. Este document\u00e1rio tenta abordar os pensamentos, reflex\u00f5es, vis\u00f5es pol\u00edticas e formas com que desenvolviam seus projetos. Conta com entrevistas com Conchita Lia\u00f1o, Sara Berenguer, dentre outras.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b>From The Back of The Room <\/b>(103 min. | 2011 | Amy Oden | EUA)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Este document\u00e1rio narra os \u00faltimos 30 anos de envolvimento das mulheres no punk DIY nos Estados Unidos, e conta com mais de 30 entrevistas que abordam temas como ra\u00e7a, g\u00eanero, sexualidade, maternidade, classe e ativismo, dando uma imagem mais completa de como essas mulheres participam da comunidade DIY, e como isso afeta suas vidas di\u00e1rias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Mais infos no <a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/www.fromthebackoftheroom.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=tsE_KDu5Ugw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mulheres em Cena na Quebrada<\/a><\/b> (Document\u00e1rio | 60 min. | Coletivo Perif\u00e9ricas | 2015 | SP)<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Document\u00e1rio produzido recentemente pelo Coletivo Perif\u00e9ricas sobre a luta das mulheres na periferia de S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=R_FTZvMScLo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Anarca-feministas na Bol\u00edvia<\/a><\/b> (Document\u00e1rio | 15 min. | Sin(a)psis | 2010 | Bol\u00edvia)<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Produzido pela produtora anarquista chilena Sin(a)psis, este curta retrata as anarca-feministas da Bol\u00edvia, que falam sobre sua luta e as atualidades do movimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5OutmyAqCpY\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Imagem Mulher<\/a><\/b> (Document\u00e1rio | 58 min. | 2012 | Maristela Bizarro | SP)<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Document\u00e1rio que nasce da hip\u00f3tese de que a idealiza\u00e7\u00e3o da mulher na m\u00eddia contribui para a viol\u00eancia contra a mulher. \u00c9 um olhar que se debru\u00e7a sobre a m\u00eddia e sobre a rotina de tr\u00eas mulheres, Ana Cl\u00e1udia Martins, Norma Cubillos e Sandra Regina Alves, buscando estabelecer um paralelo. Se a hip\u00f3tese inicial \u00e9 v\u00e1lida? Compartilhamos as descobertas com o p\u00fablico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=I4K4xnCa74A\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mulheres da Esperan\u00e7a<\/a><\/b> (Document\u00e1rio | 16 min. | 2014 | Gabi Moncau | SP)<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> A Ocupa\u00e7\u00e3o Esperan\u00e7a resiste em Osasco desde 23 de agosto, com cerca de 500 fam\u00edlias na luta por uma moradia digna. E, uns dois meses depois que os barracos foram postos de p\u00e9, j\u00e1 come\u00e7aram a acontecer reuni\u00f5es semanais das mulheres. Cansadas de viol\u00eancia, desigualdade pol\u00edtica e de direitos, elas passaram a se organizar. O v\u00eddeo retrata um pouco das vidas e lutas dessas mulheres de e da Esperan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Hp7xpR8eBrA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Asesinos, \u00bfd\u00edgame?<\/a><\/b> (Fic\u00e7\u00e3o | 15 min. | 2013 | Rachel Dreams | Espanha)<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Um gesto ruim, um insulto, um grito, um empurr\u00e3o, uma briga\u2026 e n\u00e3o acontece nada, \u00e9 apenas o dia a dia. Um telefone toca e se ouve uma voz: ele, um jovem \u201ccarinhoso e am\u00e1vel\u201d, ela, uma mulher que \u201cs\u00f3 lhe d\u00e1 problemas\u201d. Eva e Nacho, ou quaisquer outros nomes, s\u00e3o os protagonistas. Vale a pena ver e pensar sobre como \u00e9 comum a autovitimiza\u00e7\u00e3o, as justificativas, a culpabiliza\u00e7\u00e3o das sobreviventes, e toda uma rede de apoio a agressores machistas que assim seguem de forma sistem\u00e1tica com o comportamento agressor, totalmente amparados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><b><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=J6ev2V-Ee3U\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">25 de julho: Feminismo Negro Contado em Primeira Pessoa<\/a>\u00a0<\/b>(Document\u00e1rio | 62 min.| 2013 | Do Morro Produ\u00e7\u00f5es | S\u00e3o Paulo\/SP)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Por meio de entrevistas com mulheres negras moradoras da cidade de S\u00e3o Paulo, o document\u00e1rio discute o significado do 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha.<\/span><\/p>\n<p>MAIS FOTOS DO FESTIVAL:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sarau Sangue, Suor e Poesia Libert\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sarau-Sangue-Suor-e-Poesia-Libert%C3%A1ria-4-12-2015_04ELAINECAMPOS.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6869\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6869\" src=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sarau-Sangue-Suor-e-Poesia-Libert%C3%A1ria-4-12-2015_04ELAINECAMPOS.jpg?resize=353%2C235\" alt=\"Sarau-Sangue,-Suor-e-Poesia-Libert\u00e1ria-4-12-2015_04ELAINECAMPOS\" width=\"536\" height=\"33\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>\u00a0 \u00a0<a href=\"http:\/\/i0.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sarau-Sangue-Suor-e-Poesia-Libert%C3%A1ria-4-12-2015_03ELAINECAMPOS.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6868\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6868\" 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href=\"http:\/\/i1.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sarau-Sangue-Suor-e-Poesia-Libert%C3%A1ria-4-12-2015_02ELAINECAMPOS.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6867\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6867\" src=\"http:\/\/i1.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Sarau-Sangue-Suor-e-Poesia-Libert%C3%A1ria-4-12-2015_02ELAINECAMPOS.jpg?resize=353%2C235\" alt=\"Sarau-Sangue,-Suor-e-Poesia-Libert\u00e1ria-4-12-2015_02ELAINECAMPOS\" width=\"536\" height=\"33\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Roda de Conversa contra a Redu\u00e7\u00e3o da Maioridade Penal<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/i1.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Roda-de-Conversa-contra-a-Redu%C3%A7%C3%A3o-da-Maioridade-Penal05-12-2015_02ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" rel=\"attachment wp-att-6866\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6866\" 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\/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina Audiovisual com Lentes Perif\u00e9ricas<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Oficinaaudivisual_com_lentes_perif%C3%A9ricas_02ELAINECAMPOS.jpg?w=709\" rel=\"attachment wp-att-6863\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6863 size-full\" src=\"http:\/\/i2.wp.com\/revistageni.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Oficinaaudivisual_com_lentes_perif%C3%A9ricas_02ELAINECAMPOS.jpg?resize=709%2C473\" alt=\"Oficinaaudivisual_com_lentes_perif\u00e9ricas_02ELAINECAMPOS\" width=\"468\" height=\"33\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><em><b>Elaine Campos<\/b> \u00e9 militante anarcofeminista e fot\u00f3grafa aut\u00f4noma. Integrante do coletivo organizador do Festival do Filme Anarquista e Punk de SP e outras movidas libert\u00e1rias.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><em><b>Marina Knup<\/b> \u00e9 anarcopunk\/feminista, tatuadora e realizadora de document\u00e1rios anarquistas. Integrante do coletivo organizador do Festival do Filme Anarquista e Punk de SP, da editora Imprensa Marginal, Anarco-Filmes Produ\u00e7\u00f5es e outras movidas libert\u00e1rias.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><em>Fotos: Elaine Campos<\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festival do Filme Anarquista e Punk de SP Sobre rumos e percursos, v\u00eddeos anarquistas e mulheres em luta. 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