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15º ARRAIAL AFRO JULINO DO JONGO DITO RIBEIRO MULHERES, TAMBORES E CABAÇAS

REALISE

15º ARRAIAL AFRO JULINO DO JONGO DITO RIBEIRO
MULHERES, TAMBORES E CABAÇAS
Ver nascer um novo dia….

Olá parceiros da imprensa e demais coletivos é com muita alegria que anunciamos nosso 15º Arraial Afro Julino do Jongo Dito Ribeiro.
Contamos com o apoio e a divulgação desse material. Nos anexos estão algumas fotos da comunidade e release.

Agradecemos desde já
Atenciosamente

Alessandra Ribeiro 19 99134 3922
Vanessa Dias 19 98106 7238
Bianca Lúcia 19 99494 4998
(Equipe de Comunicação)

https://comunidadejongoditoribeiro.wordpress.com/2017/07/01/14o-arraial-afrojulino-da-comunidade-jongo-dito-ribeiro/

http://fazendaroseira.blogspot.com.br/2017/07/14-arraial-afrojulino-da-comunidade.html

http://crjongoditoribeiro.org.br/2017/06/30/esta-chegando-o-14o-arraial-afro-julino-da-comunidade-jongo-dito-ribeiro-campinas-sp/

15º ARRAIAL AFRO JULINO DO JONGO DITO RIBEIRO
MULHERES, TAMBORES E CABAÇAS
Ver nascer um novo dia….

O Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro é a maior festa organizada pela sociedade civil em Campinas e região, com a participação de cerca de 5000 pessoas. É uma festa julina de culturas afro-brasileiras, anual, com duração de 18h, que ocorre sempre no segundo sábado do mês de Julho.
Neste ano, será no dia 14 de Julho, começando sábado, pela primeira vez às 05h da manhã com uma Alvorada composta somente por mulheres que tocam tambores e outros instrumentos percussivos, na Casa de Cultura Fazenda Roseira, que também abriga o primeiro Centro de Referência Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro, do estado de São Paulo.
O nosso 15º Arraial Afro Julino é Patrimônio Cultural Imaterial de Campinas, é evento do calendário oficial turístico do Estado de São Paulo, é evento oficial no calendário da nossa cidade e abre as comemorações de aniversário da nossa amada Campinas-SP. Por fim, são 16 anos de trabalho e salvaguarda da nossa cultura ancestral, o jongo. Se programem… este será o primeiro ano no formato ALVORADA das 06h da manhã até 00h.
A festa iniciará com uma Roda de MULHERES, TAMBORES E CABAÇAS, seguida tradicionalmente com o terço a São Benedito ao 12h, no meio da festa, com apresentações culturais e artísticas de grupos parceiros de diversas localidades do estado de São Paulo, entre outros estados, do segmento afro. Tem jongo, samba, maracatu, bateria, rap, forró afro e outras manifestações culturais afro-brasileiras, além da disposição de barracas de comidas típicas da culinária afro, pratos juninos, vestuários e artesanato.
A Festa acontece na sede da comunidade Jongo Dito Ribeiro – Casa de Cultura Fazenda Roseira, instalada em uma antiga fazenda, na periferia de Campinas/SP. A entrada é 2kg de alimento não-perecível ou o valor de R$ 10,00 reais. Os alimentos serão doados para o Banco de Alimentos da Prefeitura Municipal de Campinas. Toda a elaboração, desenvolvimento, divulgação e organização do Arraial é realizada pela própria comunidade jongueira, unindo gerações, amigos, parceiros e familiares no maior evento realizado pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro desde 2003 na cidade de Campinas.

Programação:
PALCO 1 – TENDA
6h Mulheres Tambores e Cabaças – Alvorada/ fogueira
Caixeiras da Nascente, Bateria Alcalina, Ojú Obá, Ilu Obá de Min, Maracatucá, Bateria Alcalina, Coco do Encantado, Jongo Dito Ribeiro, Baque Mulher, Pavio de Candieiro e convidadas.

09h Ilu Obá de Min – SP

10h30 ENFAMÍLIA – Samba/MPB – Campinas SP

11h30 Homenagem in memorian ao ALCEU – Urucungus, Puitas e Quijengues – Campinas SP

12h Terço a São Benedito – Comunidade Jongo Dito Ribeiro e Paróquias da RMC

14h Forró 3 PAUS – Piracicaba – SP

15h30 Sarau das Pretas – São Paulo – SP

17h Quadrilha Junina dos Artistas – Campinas -SP

18h30 Marília Corrêa – Campinas SP

20h Jongo do Tamandaré – Guaratinguetá SP

21h30 Andréia Preta Carol Ladeira e Ieda Cruz – Campinas e São Paulo SP

23h Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas SP

ESPAÇO DJ – GARAGEM
09h40 às 10h20 – Oficina de Jogos Africanos
14h40 às 15h20 – Oficina de Samba Rock
16h10 às 16h50 – Oficina de Jogos Africanos
17h40 às 18h20 – Paulo Microfonia
Mestre de Cerimônia DJ Barata recebe:
DJ Odara, DJ Negra Raiz Livre, DJ Pagu, DJ Raquel, DJ K- Mina

Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira – Rua Domingos Haddad, n° 01 em frente ao Hospital da PUCC II, dentro do Residencial Parque da Fazenda – rua s/ saída.
Data: 14 de julho de 2018

Horário: 06h às 00h – sábado

Entrada: 2kg de alimento não perecível ou R$10,00.

Programação Detalhada:

Mulheres, Tambores e Cabaças: Caixeiras da Nascente, Bateria Alcalina, Ojú Obá, Ilu Obá de Min, Maracatucá, Bateria Alcalina, Coco do Encantado, Jongo Dito Ribeiro, Baque Mulher, Pavio de Candieiro e convidadas.

Caixeiras da Nascente
Caixeiras das Nascentes, grupo popular de percussão formado por mulheres, tem a música como forma de partilha e celebração. O grupo busca fazer uma releitura das manifestações populares através da memória das integrantes, da prática, aperfeiçoamento e difusão da arte das Caixas do Divino- tambor pequeno, originário da Festa do Divino do Maranhão. Mulheres majoritariamente não negras, preservando a nossa ancestralidade e divulgando a nossa cultura negra, a ênfase desse encontro será a apropriação cultural e a manutenção das culturas negras.

Coco do Encantado
O Grupo Coco do Encantado, é um grupo de Samba de Coco. Gênero mais conhecido como Coco de Roda, Música & Dança folclórica Oriunda do Nordeste que está sendo muito divulgado nos últimos anos no Sudeste Brasileiro. Coco de Roda também é resistência! Coco de Roda também luta pela decência! Coco de Roda é Democracia! Coco da Mestra Emília de Boiadeiro, é um espaço de resistência da cultura negra e uma detentora do culto de JUREMA, um culto afro, da qual a mãe Emília também conduz, como os desafios de ser homossexual casada com uma mulher nesse contexto da cultura e da religião.

Oju Obá
O projeto nasce em junho de 2003 com a atividade do Oju Obá. Oju significa olhos, Obá significa Rei. Trata-se de uma referência a Xangô. Na verdade “somos” através da dança e do projeto, os olhos do rei (Zumbi), uma alusão as ações afirmativas. Somos os olhos do rei, da resistência e da luta, afinal, Zumbi é uma referência nacional. Se trata também de uma resposta ao preconceito e a intolerância. Apesar de todos os trabalhos de referência na cidade de Hortolândia, a comunidade sofre constantemente com o preconceito religioso.

Maracatucá/Baque Mulher
O Maracatucá foi fundado em 2008 por batuqueiros que queriam aprofundar seus conhecimentos sobre esta manifestação. É formado, em sua maior parte, por estudantes e profissionais da área de humanas e artes que mesclam os saberes acadêmicos com os da vivência da cultura popular. O grupo desenvolveu um repertório baseado na arte de várias nações de maracatu de baque virado, mas principalmente Nação Maracatu Porto Rico e Nação Maracatu Encanto do Pina, se apresentando com os instrumentos característicos desta manifestação: alfaias, caixas, taróis, gonguê, mineiro, agbês e atabaques. O Baque Mulher, fundado pela Mestra Joana Cavalcante, a primeira e única mulher à frente de uma Nação de Maracatu, a Nação do Maracatu Encanto do Pina. Anos e anos de luta para dar continuidade aos trabalhos sociais da Nação de Maracatu Encanto do Pina, Mestra Joana foi se tornando inspiração para outras mulheres que buscavam se empoderar para superar tais amarras em suas comunidades, em seus mais diversos contextos. Um aspecto importante para a Mestra é o uso da saia, maquiagem e cabelo solto com as cores rosa e laranja, como forma de resistência e legitimidade. O Baque Mulher traz em sua essência a força dos Orixás e da Jurema Sagrada.

Pavio de Candieiro
O grupo começou a se reunir em janeiro de 2013, a partir de algumas oficinas de danças populares, realizadas pelo Sesc Bauru. Em março, participou de uma oficina com Fabiano Maranhão na oficina cultural Glauco Pinto de Morais de onde seguiu se reunindo semanalmente e participando de outros encontros até que, em 24 de julho, após uma oficina de boi com Henrique Menezes, músico, compositor e grande divulgador da cultura popular brasileira, recebendo deste o nome de Pavio de Candiero, o grupo passa a existir oficialmente e a realizar apresentações em diversos espaços da cidade.

Bateria Alcalina
A Bateria Alcalina surge em junho de 2003 no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas, a partir da vontade de fazer batucada. Um grupo de amigos – estudantes da Unicamp e artistas de Campinas e São Paulo – se juntou para tocar samba e outros ritmos adaptados para a formação de batucada de escola de samba. Surgida como uma bateria universitária, logo a Alcalina mostrou sua peculiaridade e se tornou um grupo cultural de Campinas, extrapolando o âmbito da Universidade. O grupo já se apresentou em diversas ocasiões e situações, desde manifestações políticas até festas. A bateria faz parte do Bloco Cultural União Altaneira e desfila no carnaval de rua do distrito de Barão Geraldo.

Bloco Ilu Obá de Mim
Bloco Afro Ilú Obá De Min (composto atualmente por 90 mulheres ritmistas oriundas das oficinas e o Corpo de Dança Ilú Obá De Min para a realização de um cortejo na sexta-feira de carnaval pelas ruas do centro da cidade. A repercussão do projeto desenvolvido há 6 anos na metrópole atraiu para o carnaval de 2010 público em torno de 8.000 pessoas, algumas vindas de outros municípios e estados especialmente para esta manifestação. O Ilú Obá com sua proposta inovadora e única na metrópole de São Paulo tornou-se referência étnico-cultural e educativa, tendo sido premiado pelo Prêmio Culturas Populares Mestre Humberto Maracanã 2008 – SID/MINC ao lado de grandes iniciativas culturais brasileiras.

Enfamília – Samba e MPB
O grupo iniciou sua trajetória musical se apresentando em vários locais do município de Campinas/SP e a primeira aparição na televisão, no programa ASTROS (SBT) em 2008, onde o grupo foi finalista. Com esta visibilidade, o grupo conquistou notoriedade regional e abriu shows de artistas e grupos de renome como Thiaguinho, Um Só Ideal, Sensação, Reinaldo, Sampa Crew, Marcio Art. Popular, em Campinas e Região Metropolitana. O show conta com um repertório dinâmico e bem versátil passando por influências de artistas renomados da música popular brasileira: Elis Regina, Alcione, Beth Carvalho, Leci Brandão, João Bosco, Tim Maia, Sandra de Sá, Seu Jorge, Gonzaguinha, Djavan, Clara Nunes, Noel Rosa, Dorival Caymmi entre outros.

Homenagem ao Alceu in memorian – Grupo Urucungos Puítas e Quijengues
Com a liderança de Alceu Estevam e Rosa Líria Pires Sales, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela Profa de cultura popular Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte, apresentam danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda.

Terço
O terço é uma das formas com que agradecemos a São Benedito por sua proteção a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, esse ano será feito coletivamente por várias pastorais da RMC de Campinas.

Forró 3 Paus
Com o objetivo de resgatar e valorizar os ícones da cultura popular brasileira em Piracicaba, principalmente o forró pé de serra, o grupo 3 de Paus é formado pelos músicos Tony Azevedo (voz, triângulo e pandeiro), Welister Barbosa (voz e zabumba), Romulo Querubin (voz e sanfona). O grupo apresenta músicas autorais, como Acorda Povo (arrasta-pé), Botão de Laranjeira (xote), Fazenda da Roseira (coco), Três Marias e Mar de Estrelas (cirandas) e de domínio publico a partir de canções de Luiz Gonzaga, Jacson do Pandeiro, Jacinto Silva, Geraldo Azevedo, Chico Cesar, Alceu Valença, Maciel Melo, Silverio Pessoa.

Sarau das Pretas
Formado por Débora Garcia, Elizandra Souza, Jô Freitas, Taissol Ziggy e Thata Alves,o Sarau das Pretas propõe reflexões sobre o feminino e ancestralidade. Diante do cenário de empoderamento feminino pela garantia dos direitos das mulheres, jovens escritoras negras atuantes nas periferias da cidade de São Paulo, têm revelado através da literatura, de seus tambores e de seus corpos, as realidades de viver o feminino e o feminismo. Neste contexto foi realizada a primeira edição do Sarau das Pretas, que ocorreu nas dependências do Sesc Pompéia, devido ao Dia Internacional da Mulher (comemorado em 08 de março). A atividade reuniu grande público disposto a partilhar as vivências e reflexões que essas mulheres expressam através da sua arte.

Grupo de Teatro Fora dos Trilhos – Quadrilha Junina
Grupo para interação dos alunos e professores do curso livre de teatro da Estação Cultura de Campinas – turma de 2016.

Marília Correa
Mulher Negra é cantora, compositora e intérprete nascida em Campinas-SP. Iniciou sua carreira musical em 2009, amante incondicional de música, dona de um timbre de voz único e marcante, Marília vem trilhando um belo caminho pelos palcos por onde passa. Muito influenciada pela música negra suas composições cheias de personalidades passeiam por ritmos como: MPB, Blues, Rock, Hip Hop, Sambra, que contém letras que vão desde românticas a denúncias e críticas sociais.

Jongo do Tamandaré
O Jongo da saudosa tia Mazé, com existência no bairro do Tamandaré em Guaratinguetá há mais de 100 anos e que há cerca de 16 anos apadrinhou a Comunidade Jongo Dito Ribeiro e nos ensinou a pisar na tradição e reconhecer nossas origens. É a comunidade jongueira mais antiga do estado de São Paulo e uma referência para todos os jongueiros do Brasil.

Andréia Preta Carol Ladeira e Ieda Cruz – Campinas e São Paulo SP
Sua carreira artística completa 18 anos, marcada pela produção do seu disco autoral financiado pelo Fundo de Investimentos Culturais de Campinas, edital 2014/2015, lançado em 2016 com shows pelo Sesc Campinas e Sorocaba e no Macc (Museu de Arte Contemporânea de Campinas). Atuou e cantou no musical “Amor, Mar e Fúria” a convite do Teatro de Tábuas. Criou e dirigiu trilha sonora. Atuou e cantou no musical “Amor, Mar e Fúria” a convite do Teatro de Tábuas. Criou e dirigiu trilha sonora para a peça infantil “Sempre bem protegidos”, ministrou oficinas de canto e interpretação no Teatro de Tábuas. Nos últimos meses participa de vários shows na cidade São Paulo e Campinas, com Carlinhos Ferreira e outros músicos e cantores e ministra oficinas junto à diretora de dança e teatro Isadora Dias. Como compositora, participou do show Bibianas, de Consuelo de Paula, no Teatro da Rotina em SP. Em seguida teve o convite da curadoria do mesmo Teatro para realizar o seu show autoral que foi em maio. Como novos projetos, Show Segredinho,, o Boi de Saia, baseado no auto do Boi de Pernambuco, entre outros, foi selecionada para a segunda fase do Festival da Canção Brasileira, do Sesi-SP/EPTV.

Carol Ladeira é filha de mineira e cearense. Nasceu de frente pra Bahia da Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro. Sua mãe conta que era um dia de sol e chuva. A primeira vez que subiu num palco foi pra fazer teatro. Fez um tempinho, até descobrir o prazer de cantar, e descobrir que esse era seu modo-ofício de aprender e dividir Amor. Desde então, engravidando de poesia, vive tentando “virar passarinho”.

Ieda Cruz é compositora, cantora e music performance. Formada em Canto Popular com ênfase em composição e arranjo pela Faculdade Souza Lima-Berklee-São Paulo, lançou seu primeiro disco autoral “Decote” em 2011. Ieda Cruz é cantora e líder da banda Nêga Madame desde 2002 e já dividiu o palco com verdadeiras lendas da música popular brasileira como com o violonista Marcel Powell, com a cantora Claudya e com o grande Gerson King Combo. Graças ao domínio de técnicas aéreas circenses (trapézio fixo, trapézio em balanço, tecido acrobático, corda lisa e dança vertical) Ieda Cruz, desde 2007 atua também como music performer em grupos de circo-teatro. Tal trajetória e o contato com diferentes formas de expressão artística dão à cantora uma desenvoltura particular sobre o palco.

Comunidade Jongo Dito Ribeiro
A Comunidade Jongo Dito Ribeiro é formada por um grupo que reconstitui a manifestação do jongo em Campinas/SP por meio da memória de familiares de Benedito Ribeiro e outras pessoas que se encontraram e se reconheceram como jongueiras. Hoje a Comunidade é reconhecida como Patrimônio Imaterial da cidade de Campinas.

Na Garagem – Dj Barata e Convidadas
O DJ Lucas Barata é natural de Salvador, Bahia. Sediado em São Paulo desde 2001 realiza atividades como DJ, Produtor Cultural, Pesquisador Musical e Livre-Radialista. Como DJ, se interessa mais particularmente pelos ambientes que a música pode ajudar a criar do que pelos processos de audição propriamente ditos, e defende a discotecagem como um motor de dinâmicas sociais, estéticas e festivas, como uma ferramenta de construção de espaços e relações.
Também contaremos com a presença DE SOMENTE MULHERES DJs :

Convidadas: DJ Odara, DJ Negra Raiz Livre, DJ K-Mina, DJ Pagu e DJ Raquel

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Ho Dolpho