“(…) Fizeram uma espécie de concurso: a primeira classe que fosse toda com o uniforme completo naquele dia não teria aula e poderia brincar, jogar bola. Isso era para entusiasmar a meninada! Então nós ganhamos. E claro, jogamos bola. Mas quando íamos embora o professor disse: “Os outros – eram duas classes de 4° ano – não conseguiram, tiveram dificuldades e não vão nos acompanhar. Vamos todos juntos lá, formar uma comissão e falar com o diretor para liberar a outra classe, para virem brincar com a gente também”. Solidário! Quer dizer, são atitudes que demonstram, pelo menos, um sentimento e uma prática em relação à pedagogia que contraria totalmente… Olha, você vai me desculpar, agora vou abrir um parênteses aqui: eu, por exemplo, falando da minha vida e
das minhas experiências é que vou falando também de anarquismo.”
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