Fim de Semana de Alicate e Massa Critica

July 26th, 2011
AlleyCat ECMC/Berlin – Foto: Maria Laub

Hoje é recem terça mas logo logo o fim de semana tá ai. Apesar de que xs sábixs do tempo estão nos prometendo chuva, não vai dar pra ficar trancadx em casa! Na sexta vai rolar a Massa Critica de julho – pra quem ainda não sabe, no mundo todo a MC acontece na última sexta de cada mês – a partir das 18h15 no largo Zumbi dos Palmares. Já no sábado vai acontecer a segunda corrida AlleyCat de PoA. Depois da Vencendo à Cidade! vem aí a Alicate Pirata, com largada do Cais do Porto e inscrições por cinco reais a partir das 16h. Mais infos na hora, no local. Nos vemos lá!

Como se vence o Carmageddon?

July 18th, 2011

Neste último fim de semana um desafio chamou a atenção de muita gente que ainda não acredita no potencial que as bicicletas tem em desimobilizar as cidades. Algo como um desafio intermodal sem muito planejamento, quase que espontâneo. Tudo começou com o anúncio de que uma das principais rodovias de Los Angeles/EUA seria fechada por um fim de semana inteiro. A rodovia de cerca de 16Km que conecta a parte norte de L.A. à praia teve de ser fechada para obras por apenas 53 horas e o pânico se instaurou: o Carmageddon! O Prefeito previu quilometros de engarrafamentos e alertou, fiquem próximos de suas casas, evitem pegar rodovias e ainda, utilizem o transporte público!

Los Angeles é conhecida como uma das cidades mais carrocêntricas dos EUA, e muito provavelmente do mundo, sua quadras são cortadas por largas vias arteriais com semáforos ‘inteligentes’ que se auto-programam para permitir o fluxo de carros em altas velocidades, essas vias se conectam à freeways gigantescas com dezenas de pistas barulhentas fechadas atrás de muros. Todo esse esforço em estimular o uso de automóveis acima de tudo levou o tráfego de Los Angeles à ser considerado o mais congestionado de todo os EUA em 2005.

A companhia àerea JetBlue prometeu a solução para o fim-de-semana caótico que estava anunciado à todxs xs motoristas criando uma nova rota de vôo ligando o norte de LA à praia – menos de 62km – por apenas $4! Nem todxs acharam essa solução milagrosa, e quando alguém postou na internet que qualquer bom ciclista seria mais rápido que um voo entre locais tão próximos, um grupo de ciclistas urbanxs chamado wolfpack hustle aceitou o desafio, apostando uma corrida contra a JetBlue. A companhia não aceitou diretamente o desafio mas dedicou um assento em um de seus voos para levar um passageiro que representou o desafiador. A ideia absurda de que um avião à jato fosse uma forma eficaz de evitar congestionamentos foi caindo por terra: aproveitando o desafio outro competidor decidiu desafiar o jato comercial e utilizou apenas suas pernas e o infame sistema de metrô de LA, enquanto outra decidiu participar do desafio utilizando Patins.

Como muitxs já esperavam xs ciclistas da WolfPack Hustle ganharam da JetBlue com folga e provaram que, considerando o tempo de deslocamento até o aeroporto, a quantidade de controle que xs passageirxs tem de enfrentar antes do embarque, os atrasos nas pistas de decolagem e pouso, etc. a bicicleta é mais veloz e um transporte muito mais viável, mais simples e mais independente. Logo após os ciclistas, chegaram o competidor que caminhou até pegar o metrô e de lá até a linha de chegada e a que patinou todo o caminho.

Bike: 1:34
Metrô/Caminhar: 1:44
Patins: 2:40
Avião/Taxi: 2:54

“The ride was beautiful and scenic, our race inspired people to rollerskate, to take trains, to walk to the finish. Meanwhile our politicians and police cowered and bit their nails, telling people to stay home and avoid this sunny California weekend.” – WolfPack Hustle

relato manifestação 8 de julho

July 11th, 2011

Na última sexta-feira saímos às ruas para demonstrarmos nossa revolta contra os grupos neo-nazistas e os recentes ataques por elxs perpetrados. Nos reunimos por volta das 19h na escadaria da Borges, em frente ao prédio da Comunidade Utopia e Luta e já na concentração dava para sentir a força que o ato teria. Mais de 2 centenas de pessoas estavam lá: moradorxs do Utopia e Luta, membros do Levanta Favela, do Moinho Negro, Amigos da terra, Mulheres Rebeldes, Resistência Popular, quilombolas, movimento negro, movimento LGBT, moradorxs de rua, anarkopunks, ciclistas, nós da açãoantisexista e outrxs indivíduos. Pouco depois das 20h começamos a caminhada pelas ruas do centro da cidade denunciando locais freqüentados por neo-nazis, distribuindo panfletos e conversando com as pessoas que passavam. Durante todo percurso tivemos batucada e cantos anti fascistas, entoando sempre  o “Não Passarão!”

Terminamos o ato com uma concentração no Largo Zumbi dos Palmares, onde o microfone ficou aberto a denúncias e relatos. Também teve música, dança, diversão… uma festa de rua!

temos o panfleto em melhor qualidade para baixar na seção zines

NO PASARAN!!! Mani contra o nazifascismo dia 08 de julho!

July 8th, 2011


hoje acontece aqui em Porto Alegre a manifestação contra o nazifascismo, o racismo, a homofobia, a xenofobia  e toda forma de discriminação!

a mani surge poucos dias depois do ataque à comunidade Utopia e Luta, onde neo-nazis picharam a fachada do prédio com suásticas e simbologias nazistas.

pois que os neo- nazis e simpatizantes saibam que NÃO PASSARÃO!

a concentração será em frente a comunidade Utopia e Luta, alí na escadaria da Borges às 19h. a saída da mani é às 20h!

contribua com sua presença e seu grito contra a intolerância!

Solidariedade a Antonio Bertolucci

June 25th, 2011

Toda a solidariedade ao ciclista Antonio Bertolucci que foi morto quando atropelado por um ônibus no dia 13 de junho em São Paulo.

O motorista alega que não viu Antonio, que ele estava no ponto cego do ônibus. Mas isso só acontece porque a cultura do carro permite que umx motorista não zele realmente pelxs demais. O ônibus atropelou Antônio por trás. Sendo assim em algum momento da aproximação do ônibus com o ciclista, o motorista teria que tê-lo visto e então desviado com distância segura ou esperado até que existisse segurança para ultrapassá-lo. Se não o viu em nenhum momento é porque não teve o cuidado necessário que requer a utilização de um automóvel.

A indiferença de motoristas a pedestres e ciclistas é diária. É bastante preocupante saber que as pessoas por um segundo, por pressa, por uma vontade de estar na frente ou chegar primeiro, passem por cima literalmente das outras pessoas, de suas vidas. E muitas vezes o que vemos não é indiferença, e sim raiva.

Todos os dias enfrentamos dificuldades na ruas e temos que lutar por espaço, para que respeitem nosso direito de estarmos ali de bicicleta. Muitxs motoristas buzinam sugerindo que temos que sair da frente, pois pensam de fato que estamos no lugar errado. Pensam também que estamos ‘atravancando’ a passagem delxs. A todo momento os carros tiram fininho de nós, nos colocando em perigo. Mas não passa pela cabeça destas pessoas que elas não são as únicas que estão indo e vindo? É uma questão de classe. O modal aceito é o carro,quanto a isso não há dúvida. Qualquer outro modal é marginalizado e deve ser confrontado até que saiba “qual é o seu lugar”. Que lugar seria esse?

E quando quem está de bike se depara com varios carros parados? Isso é muito comum!!! Os engarrafamentos são constantes! então nem está correta a lógica de que carro é sempre mais rápido e eficiente.

Xs catadorxs são também constantemente desrespeitadxs e xingadxs nas ruas, porque “não deveriam estar lá” e obrigam que xs motoristas reduzam a velocidade. Mas elxs estão ali porque precisam, porque estão sobrevivendo desta forma. Felizmente o carrinho dos catadorxs lhes protege um pouco mais, principalmente porque xs motoristas não querem estragar a lataria de seus carros.

Xs pedestres também são constantemente desrespeitadxs e sofrem constante perigo. Infelizmente xs pedestrxs em sua maioria, por razão da cultura do carro, já se conformaram e não é a toa que xs vemos correndo ao atravessarem faixas de pedestres por exemplo, mesmo que isso seja de direito! O carro está em primeiro lugar, é considerado prioridade. Uma pessoa dentro de um carro é mais importante que as demais e merece que todxs dêem licença a ela. O trânsito deve ser rápido, o fluxo nunca deve parar, talvez seja por isso que vemos fiscais fazendo vista grossa quando um carro avança sobre pedestres ou mesmo passa sinal fechado. Se não resultou em acidente, ufa! Aliviou o fluxo, maravilha!

Mas o transito é caótico pela quantidade absurda de carros nas ruas! São os carros que trancam as ruas, os cruzamentos, e que tornam o trânsito lento. “Trânsito” é sinônimo de tráfego de carros…tem alguma coisa errada aí…pois as pessoas estão também transitando de outras formas.

Neste “trânsito”, são os carros que matam!

É a cultura do carro que está matando pessoas todos os dias!

Massa Crítica e fim de semana Intergaláctico

June 23rd, 2011

Nesta sexta (24) acontece a Massa Critica de junho que será uma massa especial! Vai ser a abertura do 1º Festival Intergaláctico da Bicicleta, que ocorrerá durante todo o fim de semana. Chegue cedo para decidirmos juntxs qual rota nossa frota intergaláctica irá tomar! Venha fantasiadx na sua nave à propulsão humana ou alienigena!

Confira a programação completa do festival em http://fibici.wordpress.com/

Vencendo a Cidade

June 6th, 2011

foto: Renata Ibis

Na última sexta, 03 de junho, rolou a primeira alleycat de Porto Alegre. Alleycats são corridas informais em meio ao trânsito da cidade, passando por alguns pontos pré-definidos. O trajeto a ser percorrido para passar por estes pontos fica a critério dx participante. É uma corrida de pique, navegação nas ruas e ousadia. A ênfase não está na vitória, mas em retomarmos o espaço público para diversão.

Para que essa corrida acontecesse, bastou vontade e envolvimento de todxs: organizadorxs, xs amigxs que cuidaram dos checkpoints, xs que fizeram fotos e vídeos, e xs nossxs destemidxs competidorxs. O vento frio da noite não foi impedimento para que a corrida fosse um sucesso: 26 pessoas correram e outras 16 garatiram que tudo desse certo.

Vale lembrar que esta alleycat foi realizada de forma independente, no espírito de faça-você-mesmx!Confira a colocação dxs corredorxs:

#1. Guilherme ‘Palito’ Schubert – 20:38
#2. Suryan Cury – 20:43
#3. Camilo Pacheco – 22:07
#4. Diego de Lima – 22:40
#5. André Mancuso – 23:35
#6. Eduardo Iglesias – 24:48
#7. Aline Rodrigues – 26:28
#8. Cadu Carvalho – 26:47
#9. Ricardo Ambus – 27:05
#10. Greg Kuhn – 27:15
#11. Daniel Machado – 31:02
#12. Antônio Sandri – 31:30
#13. Ricardo Weiler – 31:42
#14. Aislan Diego Polla – 32:06
#15. Lívia Biasotto – 32:20
#16. Patrícia Kapla – 33:00
-ghost racer- 34:00
#17. Marly Maravalhas – 36:45
#18. Franco Scandolo – 40:07
#19. Marcos Rodrigues (dois pneus furados) – 46:13
#20. Raoni Ceccim – 50:01
DESCLASSIFICADXS
Marcus Vinicius Simioni (foi pra casa)
Igor Symanski (foi pra balada)
Aline Brandão (perdeu um checkpoint)
Mário Terrazas (perdeu o manifesto)
Douglas Coelho (perdeu o manifesto e achou depois)

Primeira Alleycat de PoA!

June 5th, 2011

Violência de Estado

May 23rd, 2011

A última Marcha da Maconha em são Paulo foi marcada por repressão e abuso policial, logo, violência de Estado.

Esta violência já começa quando a marcha em si é proibida de acontecer pelo Tribunal de Justiça um dia antes. A Marcha da Maconha propõe um diálogo, para que se discutam todas as questões envolvidas à legalização. Como falar em apologia a maconha não causa mais o efeito desejado, a marcha foi considerada apologia ao crime. Mas é justamente disso que a marcha se trata! O que estão dizendo com isso? Que as leis não podem ser questionadas, mudadas? Mais uma incoerência do sistema, pois muitas leis já foram modificadas e criadas desde a primeira constituição.

Xs manifestantes então decidiram por realizar uma Marcha Pela Liberdade de Expressão, pois clamam pelo debate.

Mas esta marcha também foi reprimida e a polícia usou de violência e muito gás lacrimogênio contra xs manifestantes, e que acabaram atingindo também varias outras pessoas que estavam nos arredores da marcha. Mais uma incoerência aí – a droga de Estado. O gás lacrimogênio causa muitos danos à saúde, mas é a droga usada pela polícia para “conter” manifestantes (pessoas). É droga legal e recomendada pelo Estado.

Para completar a cena, havia um grupo contra a marcha composto por neonazis, fascistas, ultra nacionalistas, que aplaudiam a violência policial assegurados pela proteção da mesma.

Proteção, Segurança, Violência, Drogas, Leis, Constituição, se tornam palavras que mudam de sentido de acordo com convenções e conveniências perpetuadas pelo Estado e pela estrutura de desigualdades das quais o sistema se alimenta.

respeito sincero

May 2nd, 2011

escrevi este texto em resposta à discussão que surgiu no blog Vá de Bici, após os acontecimentos da última massa. e corresponde a uma opinião, não é de forma alguma opinião de todxs que participam da MC.

A.

Não existe consenso entre xs participantes da MC com relação a participação da EPTC na massa, certo?

Então não vai ser possível agradar a todxs sempre.
Em primeiro lugar eu acho que de nada valem as ofensas. As pessoas não devem ser atacadas. Mas as ideias é que devemos questionar se não concordamos com elas.
A massa não é heterogênea e horizontal? Acho que isso tem que ser uma pratica e não uma teoria que sirva em situações que nos convêm.
Então não pode ser considerado infantil ou arbitrário quando as pessoas que estão em um dado momento na parte da frente da massa decidirem mudar o trajeto. Foi isso que aconteceu na última sexta. As opiniões diferem, e assim como tem gente que achou ótimo que a EPTC estava nos guiando, outrxs não acharam e decidiram exercer esta autonomia que a massa nos dá de sermos espontânexs e irmos decidindo as coisas no caminho. Isso não significa que sempre tomaremos a melhor decisão. mas isso é um direito que nos cabe! as pessoas que mudaram o trajeto, logo ficaram para trás e outras pessoas poderiam ter mudado o trajeto de novo gente!!! E elas mesmas não acharam uma boa idéia as 2 opções que restaram no fim, entre túnel e corredor de ônibus. Então ficar especulando o que existe na cabeça destas pessoas não é a melhor atitude que podemos tomar.

As pessoas que sabiam do caminho planejado devem logo ter percebido que o caminho mudou e tinham total autonomia de mudar o trajeto de novo! Agora, entendo que as pessoas que falaram com a EPTC estavam confiantes nisso, de que a EPTC estaria guiando o caminho, ou de que todxs seguiriam o caminho planejado. Mas é bom lembrar que as pessoas que não falaram com a EPTC muito provavelmente nem sabiam desta conversa!

Importante ressaltar que apenas a parte da EPTC que estava na frente da massa foi “burlada” digamos assim, o carro que estava atrás decidiu não nos acompanhar mais, se quisessem poderiam, pois estavam atrás. Não acho interessante discutirmos o porquê desta decisão tomada por elxs, já que não podemos saber os motivos.

E super importante ressaltar, que não querer o apoio da EPTC não se contrapõe com SEGURANÇA. e que a segurança é uma responsabilidade NOSSA. Esta é uma opinião. Tem a opinião de que para segurança necessita de autoridades. E a quem vamos ouvir? A participação da EPTC vai se dar ou não de acordo com os acontecimentos, não pode nem vai ser uma regra. Não é consenso.

Desde o atropelamento entre manifestações e massas(num total de 6) a EPTC sempre esteve presente. O que significa que as pessoas que não querem esta participação não ficaram obviamente satisfeitas com isso especificamente (digo especificamente porque ficamos contentes com todas as outras coisas que acontecem). Agora acontece de algumas pessoas não gostarem de que foi mudado o trajeto na ultima massa e de que xs fiscais ficaram para trás (relembrando que o carro de tras decidiu não acompanhar mais a massa). Dá para estas pessoas tolerarem isso? não concordamos, porém toleramos. Por que? Porque somos diferentes, temos idéias diferentes.

Quando aconteceu de mudarmos o trajeto eu nem percebi porque não sabia do trajeto embora foi me dito, não o decorei. Quando eu vi eu e outrxs estávamos atrás da massa e não havia mais apoio da EPTC. Fizemos o nosso melhor para a segurança da galera na frente. Até achei estranho pois estava desacostumada com a não presença da EPTC. Daí percebi que tínhamos que ficar mais atentxs e fortes e foi muito lindo o que aconteceu ali atrás. Surgiu entre nós ali um apoio mútuo e sincero, um companheirismo que não vou conseguir exprimir em palavras. A preocupação redobrou, e passamos a interagir mais com xs motoristas. E isso é uma das coisas que a presença da EPTC nos tira muito. A gente fica muito dependente e não consegue se relacionar com o resto da cidade da mesma forma de quando estamos sem a EPTC. Claro que muita gente respeita mais com a EPTC, mas por uma questão de que o que vale ali é a autoridade. Não é um respeito sincero. Quando estamos “sós” temos que de fato conquistar as pessoas, e a simpatia delas é verdadeira.

Eu acho que teve muitas coisas positivas na última massa. Eu vi varias crianças e acompanhei elas em alguns momentos. Teve uma hora que alguém na frente pediu “vamos mais rápido gente!”e olhamos para aquelas crianças ali atrás e respondemos : “não vai dar tem crianças aqui!”, e a galera da frente respondeu “ ah tá, ok!”
Adorei este diálogo! E as crianças e xs que eu suponho serem xs responsáveis por elas, sorriram!

Eu vi muita gente fazendo rolhagem, se puxando, se colocando entre a massa e os carros conversando com xs motoristas mais exaltadxs…em fim, muitas coisas positivas. Muita gente não faz rolhagem porque confia na EPTC para fazer este “trabalho”. e tem muita gente que só passou a ir na massa depois do atropelamento, logo grande parte delas nem sabem o que vem a ser rolhagem! A EPTC nos deseduca a cuidarmos da nossa própria segurança, por isso é normal que tenha ficado estranho quando ela saiu. E que por isso demorou um pouco até voltarmos a tranqüilidade.

Por que jogar nas mãos de outrxs aquilo que nós podemos fazer? E com muito mais amor! (e sem motor! hehehe)