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		<title>Porque a crítica à Marcha das Vadias não é puritanismo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 12:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0in;">A apropriação do termo Vadia – utilizada pela Marcha das Vadias – é criticada como estratégia feminista por muitas de nós, provocando um longo debate. Eu compartilho da opinião de que a apropriação do termo não trará mudanças, que pelo contrário o termo Vadia contribui para nos objetificar e subjugar, que não ajuda como estratégia contra o estupro, e que ignora a realidade de muitas de nós, principalmente das mulheres e crianças prostituídas, embora pareça se solidarizar.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Neste debate surgiu o argumento de que seria por conservadorismo e por uma sexualidade reprimida que se critica a apropriação do termo. Em contraponto, se passou a assumir como uma espécie de “vantagem” inerente às pessoas que são a favor da apropriação da palavra vadia, como sendo bem resolvidas* e/ou sexualmente ativas.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">A primeira coisa que me salta aos olhos é que sexualidade reprimida não é um defeito, é um problema, e como tal não serve como acusação nem ofensa. Dizer que as pessoas são muito reprimidas como crítica a este comportamento, é culpá-las pelo que lhes foi imposto. Já, alertar para isso e incentivar que as pessoas lutem contra esta repressão é algo construtivo. Além disso, não são todas as pessoas reprimidas que são como os estereótipos que se tem de pessoas quadradas e conservadoras. Não são também todas as pessoas que não tem sexualidade ativa que são de fato reprimidas, elas podem ter outros motivos para não serem ativas, e nem é verdade que as pessoas ativas são necessariamente felizes sexualmente.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Este tipo de afirmação parte do ponto de que sexo é algo bom sempre. Sexo nem sempre é bom, porque depende da situação, do momento, com quem, e do prazer. É uma afirmação também que ignora completamente as pessoas assexuais – que não sentem desejo sexual. Pode ser difícil da gente pensar assim num primeiro momento, já que existe uma forte repressão sexual e que somos impelidxs a pensar que a luta por uma sexualidade livre significa fazermos sexo quando bem entendermos com quem bem quisermos, quando na verdade sexualidade livre significa além disso é claro, que nossas opções sexuais não sejam motivos para sermos perseguidxs, e tampouco que as pessoas sejam perseguidas ou inferiorizadas quando não são sexualmente ativas, por opção ou não.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Apropriar-se do termo vadia não é sinônimo de uma sexualidade bem resolvida. Vai muito além da sexualidade de uma pessoa (embora possa fazer parte) as opções e táticas políticas que ela toma para si. Eu diria que optar por não usar o termo vadia tem muito mais a ver com uma preocupação quanto a sexualidade mal resolvida da sociedade e todas as implicações disso (estupro, controle, objetificação&#8230;) do que com a própria sexualidade (ainda que esta seja também mal resolvida). E embora uma mulher possa adotar o termo vadia como tática política, não significa que uma mulher que se apropria do termo vadia, se torna automaticamente politizada e liberta.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Ir para a Marcha usando &#8220;roupas de vadia” e se apropriar do termo vadia, passaram a ser considerados símbolos de autonomia e de se estar bem resolvida, naturalmente que ao criticar  essas formas de ação ficamos vulneráveis para sermos consideradas mulheres fechadas, conservadoras. É bem fácil de entender o receio que muitas podem sentir em questionar a Marcha, já que nos exclui automaticamente do círculo de vanguarda.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Não podemos ignorar que existe uma pressão também na mulher para provar sua feminilidade, sexualidade e sua capacidade de fêmea. A nossa sexualidade é controlada através de repressão e também de cobranças das nossas “capacidades e poderes” sexuais. É consenso de que o termo vadia é usado quando querem nos xingar, mas não é também usado para designar mulher boa de cama no imaginário machista? Estaríamos nós inconscientemente atreladas á opinião dos outrxs quanto às nossas capacidades de sedução, porque de certa forma queremos ser aceitas, estar incluídas, mesmo que numa sociedade que nos machuca? Não estou dizendo que este sentimento é o que leva à existência da Marcha, longe disso, estou apenas colocando que este sentimento pode estar presente dificultando desassociar sexualidade com participação na Marcha (que não se trata de sexualidade mas de estupro), podendo também gerar constrangimento para quem a critica, por ter sua sexualidade questionada.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Assim as mulheres questionadoras da simbologia adotada pela Marcha das Vadias são taxadas de conservadoras e de “mal resolvidas”. Pensem bem, isso não é muito diferente de dizer que feminista é mal amada,que falta um homem no seu corpo.</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">
<address style="margin-bottom: 0in;">*O termo bem resolvida(o) também está atrelado as especificidades no contexto patriarcal, nem sempre significa algo positivo, as vezes parece até dar uma idéia contrária, de conformidade. Ademais é bastante difícil identificar conceitos como esse, numa sociedade patriarcal onde a sexualidade é um tabu. Isso passa também pela questão do consenso, pois uma pessoa bem resolvida pode não estar atenta aos desejos dx(s) sux(s) parceirx(s) e numa outra escala, às vontades das pessoas a quem ela tenta suas investidas.</address>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">Enila Dor.<br />
Outubro 2012</p>
<p style="margin-bottom: 0in;">
<p style="margin-bottom: 0in;">-Este texto  também faz parte da compilação <em>Considerações sobre a Marcha das Vadias e Outros Textos</em>, que você pode ler todo aqui na sessão de<a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/zine/" target="_blank"> zines</a>.</p>
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		<title>Considerações sobre a Marcha das Vadias</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Slut Walk surgiu em Toronto no Canadá em abril de 2011, quando um policial declarou que as mulheres deveriam evitar se vestirem como putas para não serem violentadas. A declaração absurda culpabiliza a vítima e justifica quem exerce tal violência. Em resposta, várias mulheres organizaram a SlutWalk. E assim em varias partes do mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 100%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; } --></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">A Slut Walk surgiu em Toronto no Canadá em abril de 2011, quando um policial declarou que as mulheres deveriam evitar se vestirem como putas para não serem violentadas. A declaração absurda culpabiliza a vítima e justifica quem exerce tal violência. Em resposta, várias mulheres organizaram a SlutWalk. E assim em varias partes do mundo se sucedeu o que no Brasil se chama de Marcha das Vadias.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">A declaração do policial, porém, reflete uma opinião que não é novidade. Sempre a ouvimos e há muito nós feministas/ mulheres reivindicamos que não importa como uma mulher se veste, hora ou lugar que se encontra, nada pode justificar o estupro. A mulher não pede para ser violentada. Muitas são as mulheres também que são estupradas pelos próprios maridos, namorados, conhecidos, etc., demonstrando a mentalidade de que mulher é propriedade, e como tal pode ser “utilizada” pelo proprietário como ele bem quiser. O homem que lhe é estranho, que não a conhece, também se sente proprietário daquela mulher naquele momento e se acha no direito de violentá-la.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Nós mulheres não podemos ser culpadas por estas violências sofridas. A culpa da violência é do agressor! Ponto. Nós mulheres temos que ter o direito de nos vestirmos como quisermos. Agora, se a marcha das Vadias utiliza deste argumento, esquece por outro lado que o termo Vadia (também puta ou vagabunda) é extremamente opressor, que existe apenas no contexto da sociedade patriarcal, e se apropriar do termo não vai trazer mudanças no sentido de diminuir a violência sexual. Sim, não é porque uma mulher se veste como uma vadia que ela “merece” ser estuprada, assim como se vestir mais “discretamente” não vai garantir segurança para nenhuma mulher, pois a violência que os homens agressores cometem não depende da roupa que uma mulher veste. Depende dele.</p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 100%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; } -->Inicialmente a marcha surgiu como protesto, mas logo foi adotada em vários lugares e passou a ser uma ação feminista, e por isso também que é criticada, pois ela não se encaixa para muitas de nós como uma ação feminista por mudanças radicais, pelo contrário, para muitas de nós ela ofusca e ignora questões importantes. Ela ignora que a apropriação do termo vadia reforça a objetificação da mulher, e ela    	 	 	 	ignora que para as prostituídas o termo carrega o significado de exploração e vulnerabilidade máxima quanto às violências que sofrem.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">As mulheres que vão para a Marcha vestidas “de vadia” pensam estarem contestando algum valor conservador, mas ignoram que o próprio conceito de se vestir “como puta” é hipócrita nesta sociedade patriarcal e capitalista. Porque as roupas curtas e justas consideradas roupas “de puta”, são também as que o mercado nos impõe para que sejamos desejáveis. A realidade é que existe controle sobre como devemos nos vestir para sermos aceitas na sociedade, para sermos respeitadas, mas também disponíveis e atraentes. Que a nossa revolta seja contra a mentalidade machista da sociedade e contra o mercado competitivo capitalista e patriarcal que se utilizam disso para nos controlar e lucrar.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Quando questionados o termo e a forma de ação da Marcha das Vadias, prontamente houve uma tentativa de acabar com qualquer argumento, acusando este de moralista e conservador, impedindo um maior aprofundamento da discussão.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Assim aconteceu também com a questão da prostituição que foi trazida ao debate, pois vadia além de ser o xingamento que os homens fazem para as mulheres que não lhes agradam e o rótulo dado à mulher que “dá pra todo mundo”, é o termo usado para se referir à prostituta, “a maior Vadia de todas.”</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Não existe nenhum respeito pelas prostitutas, elas são objetos descartáveis de prazer e de poder masculino, podendo sofrer qualquer tipo de tratamento.</p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 100%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; } -->Quando questionada a Marcha das Vadias como sendo a voz das prostituídas e que era composta pelo contrário, de uma grande maioria de mulheres e garotas de posição privilegiada, estas mulheres e garotas responderam que a marcha servia também para se solidarizar com as prostitutas. Mas eu acredito que se vestir como uma prostituta, com roupas “de vadia” e se apropriar do termo Vadia para ir à Marcha é uma forma colonizadora de agir, mesmo que seja com a intenção de se solidarizar, porque é fácil se apropriar dos termos e vestimentas sem ser uma prostituta no dia-a-dia. Por uma questão de consideração com    	 	 	 	as prostituídas, por amor a elas, é que não compreendo que deixemos de lado seus sofrimentos, ofuscando-os ao dizermos que somos também vadias, mas não sofrendo as mesmas conseqüências disso, que são como os homens as tratam todos os dias. Estas mulheres são constantemente estupradas, espancadas, humilhadas, roubadas, abusadas e assassinadas por serem vadias como profissão, sem que isso tenha sequer reconhecimento de um tratamento indigno, pois estes homens se acham no direito de tratarem elas do jeito que eles quiserem, pois eles não as consideram nada mais do que um objeto que eles vão usar, e eles sabem que nunca serão punidos por serem violentos ou abusivos com elas, e muito provavelmente nada lhes vai acontecer, mesmo se matarem uma prostituta. A sociedade também não reconhece que o tratamento a elas é indigno, e quando faz acredita ser um problema secundário. Moralismo para mim é pensar que por uma mulher ser prostituta nada que aconteça a ela caracteriza abuso, afinal ela “ta aí pra isso”. Moralismo para mim é achar que uma mulher que anda com vários homens é vadia, ao invés de pensar que uma mulher que anda com vários homens é uma mulher que anda com vários homens, não há necessidade de rotulá-la. Não há necessidade deste rótulo para nenhum comportamento que uma mulher tenha, ou situação que ela se encontre, e não vale a pena nos apropriamos de um termo que não é um significado verdadeiro sobre nenhum comportamento ou situação, mas uma maneira de reprimir qualquer comportamento que nós mulheres possamos ter que não agrada a sociedade, ou partes dela.</p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 100%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; } -->Eu acho revoltante ver as pessoas se referirem a prostituição como uma profissão da qual quem tem a “cabeça aberta” encara-a tranquilamente, e só uma pessoa conservadora mesmo pra não aceitar isso nos “dias de hoje”. O que “os dias de hoje” nos mostra de tão positivo para as mulheres prostituídas? Eu acho que esta é uma forma de pensar pra aliviar a consciência, de tirar a responsabilidade social que devemos ter, a de lutar por igualdade para todas as pessoas. Como se a prostituição fosse uma profissão como qualquer outra, como se as profissões não fossem resultado das desigualdades. Pois se existe exploração no trabalho para a maioria das pessoas, existe exploração dupla na prostituição, pelo capital e pelo domínio masculino. A mulher é que é explorada e subjugada pelo homem -sendo prostituta ou não- e a prostituta está ainda mais vulnerável na maioria das vezes. Para uma    	 	 	 	libertação de fato da mulher, o ideal seria um mundo onde as mulheres não fossem prostituídas simplesmente porque o ideal para a nossa libertação é que tenhamos autonomia incluindo a dos nossos corpos. Incluir como autonomia a escolha da prostituída em vender seu corpo, é ignorar que ela está sujeita a qualquer tipo de tratamento. A prostituta não é uma trabalhadora comum, mas uma escrava sem direito à reclamar. O argumento de que existem mulheres que gostam de serem prostitutas e que por isso não seriam exploradas visto que “sabem muito bem o que estão fazendo e são donas dos seus corpos”, é uma forma superficial de encarar o problema, pois este “saber o que se quer” se confunde com aceitação e com sobrevivência. As oportunidades são muito diferentes para as pessoas, dependem de gênero, classe, cor e etnia. Muitas das mulheres prostitutas foram criadas em ambientes de prostituição &#8211; isso não pode ser considerado uma escolha. As mulheres prostitutas são na verdade prostituídas &#8211; levadas ou forçadas a isso. Prostituição é conseqüência, fruto do poder hegemônico dos homens, e não uma escolha. A dicotomia entre moralismo x liberação como argumento para o engajamento das mulheres à Marcha, só dificulta o debate. A crítica a apropriação do termo vadia para a Marcha das Vadias nunca nem sonhou em dizer que prostituição é depravação. Nem é depravação ser prostituta, nem é moralismo querermos ver e sermos mulheres livres!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Não é servindo o homem que nós mulheres nos libertaremos, não é sendo escravas sexuais que seremos livres e não é alimentando seus desejos em contraponto aos nossos que acabaremos com a hegemonia masculina, ainda que uma mulher acredite que ela própria deseja isso.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">É um absurdo que a prostituição seja execrada por razões moralistas carregadas de hipocrisia, isso é trabalho para as instituições e mentalidades conservadoras. Mas também é absurdo que sejam ignorados o sofrimento, a exploração, o abuso, a violência, o estupro e a escravidão inerentes a ela.</p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 100%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman"; font-size: 12pt; } -->Vejo aí uma postura bem típica neo liberal, que vê a compra e venda do sexo como uma prestação de serviço normal, esquecendo que a desigualdade é intrínseca a prostituição, assumindo que nada se pode fazer quanto ao domínio masculino. A solução não é proibir a prostituição nem perseguir prostitutas obviamente. A solução para todas sermos mulheres livres é destruir com o patriarcado, com o    	 	 	 	controle exercido pelos homens e seus privilégios em todas as esferas da sociedade. A solução é empoderar as mulheres individualmente e como classe. Isto é uma idealização com certeza, mas nem por isso vamos nos conformar e lutar pela metade.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Nossa luta deve se constituir em não sermos donas de casa submissas nem serviçais dos desejos dos homens, que nada mais são que duas faces da mesma moeda. A sociedade é hipócrita suficiente para manter ambas as faces, comumente utilizadas por um mesmo homem que utiliza “dos serviços” da dona de casa e da prostituta, evidenciando que ele exerce controle e domínio onde quer que ele circule.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">A Marcha das Vadias teve intenção de se solidarizar, mas ignora ou abafa estas questões, e ainda pode alimentar preconceitos e reforçar papéis. Em relação a estratégia adotada pela Marcha, pergunto, como os homens vêem a Marcha passar? Na prática, os homens que passam pela Marcha, prestam atenção nas mulheres com “pouca roupa”. E isso acontece porque eles estão chocados? Ao contrário de se importarem, a grande maioria dos homens se diverte, e eu não acredito que isso traga algum benefício para nós mulheres. Eu não acho estratégico que sejamos objeto de desejo destes homens, acho que isso é uma coisa fundamental, que nós mulheres não façamos parte das preliminares hipotéticas que estes homens possam elaborar nas suas cabeças. E vou além, eu acho que é mais provável do que parar, pensar e entender a mensagem, que um homem agressor espere uma das manifestantes na primeira esquina se ele tiver a oportunidade, quando esta estiver sozinha.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Sinto que falta dialogarmos muito, nos conhecermos mais e lutarmos muito mais para a nossa libertação, para amadurecermos nas nossas lutas e reivindicações buscando desenvolver estratégias que ajudem aos nossos objetivos. Penso que a sinceridade nos nossos argumentos é chave para não cairmos em reformismos, não podemos nos utilizar de argumentos que tendem apenas a convencer, não temos nada a ganhar se não ganharmos a liberdade, nada a ganhar se não formos todas mulheres livres!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Enila Dor.<br />
Outubro 2012</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">-Este texto faz parte do zine <em>Considerações Sobre a Marcha das Vadias e Outros Textos</em>, que você encontra na íntegra na sessão de <a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/zine/" target="_blank">zines</a> aqui no site.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;"><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">
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		<title>Programa na Rádio Cordel Libertário- Anarc@feministas!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 14:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta, 18, a Rádio Cordel Libertário transmite Anarc@feministas! Esta é a segunda edição do programa Anarcopunk, Muito Além do Barulho, e nós estaremos participando juntamente com outras companheiras e coletiv@s! Participe deste bate papo, onde estaremos compartilhando experiências, contando nossa própria história, contextualizando o Anarcofeminismo no Brasil, os problemas que enfrentamos como o machismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.14in;"><a name="_GoBack"></a>Nesta quinta, 18, a <strong>Rádio Cordel Libertário</strong> transmite <strong>Anarc@feministas!</strong> Esta é a segunda edição do programa <strong>Anarcopunk, Muito Além do Barulho</strong>, e nós estaremos participando juntamente com outras companheiras e coletiv@s!</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in;">Participe deste bate papo, onde estaremos compartilhando experiências, contando nossa própria<span style="text-decoration: line-through;"> his</span>tória, contextualizando o Anarcofeminismo no Brasil, os problemas que enfrentamos como o machismo e a misoginia dentro e fora da cena, e as dificuldades que encontramos para construirmos espaços feministas, mesmo dentro do anarquismo e do punk.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in;">Fortalecendo o Anarcofeminismo, nossa luta!</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in;">Acesse o programa no site radiocordel-libertario.blogspot.com.br  às 21:10h, quinta feira, 18 de abril.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in;"><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/04/Cordel-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1087" title="Cordel 2" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/04/Cordel-2-723x1024.jpg" alt="" width="450" height="637" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0.14in;"><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<title>Terráqueos e bate papo sobre Veganismo dia 18</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 16:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo com a atividade da terceira quinta feira do mês do nosso coletivo no Espaço Deriva, estaremos no dia 18 passando o documentário Terráqueos, seguido de bate papo sobre Veganismo. Abaixo o cartaz com a programação completa deste mês de abril na Deriva que tem como tema a Alimentação. Página Inicial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo com a atividade da terceira quinta feira do mês do nosso coletivo no Espaço Deriva, estaremos no dia 18 passando o documentário Terráqueos, seguido de bate papo sobre Veganismo.</p>
<p>Abaixo o cartaz com a programação completa deste mês de abril na Deriva que tem como tema a Alimentação.</p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/04/programacao-abril.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1078" title="programacao abril" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/04/programacao-abril.jpg" alt="" width="660" height="960" /></a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<title>Bate Papo sobre a Marcha das Vadias e exibição do filme Monster- no Espaço Deriva</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 13:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[espaçoderiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Em continuidade pelo mês de luta das Mulheres, nesta semana nós do Ação Antisexista, estaremos com duas atividades no Espaço Deriva. Hoje, terça feira 19, faremos leitura e debate sobre o zine &#8220;Considerações sobre a Marcha das Vadias e outros textos&#8221;, e na quinta feira, 21, vamos exibir o filme Monster. A prostituição é assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em continuidade pelo mês de luta das Mulheres, nesta semana nós do Ação Antisexista, estaremos com duas atividades no <a href="http://www.deriva.com.br/?page_id=898" target="_blank">Espaço Deriva</a>. Hoje, terça feira 19, faremos leitura e debate sobre o zine<strong> &#8220;Considerações sobre a Marcha das Vadias e outros textos&#8221;</strong>, e na quinta feira, 21, vamos exibir o filme<strong> Monster</strong>. A prostituição é assunto em ambas atividades. Bom momento para discutirmos o que é ser uma prostituta de verdade&#8230;sobre as violências contra as mulheres e a misoginia implicada nestas violências.</p>
<p><strong>Terça-feira, 19/março : Leitura e debate do zine Considerações sobre a Marcha das Vadias e outros Textos. 19h.</strong></p>
<p><!-- P { margin-bottom: 0.08in; } -->&#8220;<em>Quando surgiu a Marcha das Vadias eu fiquei um pouco confusa: eu me revoltei contra a declaração do policial canadense como todas as mulheres que criaram a Slutwalk, mas eu achei a estratégia bem falha em vários sentidos, coisa que eu explico em dois textos desse zine. O primeiro texto que escrevi, Considerações sobre a Marcha da Vadias, comecei em novembro de 2011, depois de um diálogo virtual com uma amiga que estava vivendo em outro país. Eu comecei a escrever a resposta e isso acabou se tornando um texto sobre o assunto. Eu fiquei muito tempo em cima do texto, mas não consegui concluir na época&#8230; deixei o texto de lado. Isso se deu porque eu via muita dificuldade em abordar e organizar todas as questões que envolviam o assunto, em função de sua complexidade e pela dicotomia que foi criada entre liberação e moralismo. As pessoas não queriam discutir sobre a estratégia adotada pela Marcha das Vadias. Talvez muitas de nós chegaram a pensar em reconstruir as estratégias, pois havia uma intenção de contestarmos também o ponto de vista machista do policial canadense, e não só dele. Mas a Marcha já tinha sido criada e não sofreria mudanças, ao perceber isso não me engajei. Retomei o texto este ano também fruto de diálogo sobre o assunto e da tradução dos textos de Rebecca Mott. das quais participei.</em></p>
<p><em>Este zine explica um pouco os pontos de vista que criticam as estratégias da Marcha das Vadias. É um compilação de dois textos da escritora feminista radical e sobrevivente de prostituição Rebecca Mott., e dois textos meus. </em></p>
<p><em> Rebecca Mott. como ex-prostituta nos traz seu ponto de vista, fruto de sua vida cheia de abusos e violência no passado. É impossível ficarmos alheixs ao que ela coloca. A violência contra uma é a violência contra todas, e o que Rebecca escreve é reflexo das violências das quais passou. Existe a ideia de quando uma mulher sofre violência, seu relato e opinião por serem frutos de trauma são deslegitimados, como se não houvesse racionalização, reflexão e elaboração no pensamento. Eu penso essa ser uma forma de reproduzir a desvalorização das ideias que as mulheres têm. Eu penso essa ser uma forma de supervalorizar o pensamento cientifico em detrimento do conhecimento adquirido por vivência.</em></p>
<p>Enila Dor, novembro de 2012.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 21/março: Exibição do filme <em>Monster</em> seguido de bate-papo</strong>. <strong>19h.</strong></p>
<p>Filme da diretora Patty Jenkins, 2003, 109min. O filme é baseado em parte da vida de Aileen Wuornos, mulher prostituída executada pelo Estado que a considerou como uma assassina em série, apesar de Aileen ter alegado legítima defesa, evidenciando como o Estado reprime e criminaliza a auto defesa das mulheres. O filme é ao mesmo tempo brutal e sensível, tocando também sobre sororidade e lesbianidade.</p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/4d0cac1a5a59a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="4d0cac1a5a59a" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/4d0cac1a5a59a.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<title>Chamada para ato público &#8211; 8 de março é luta!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 13:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[8 de março é dia Internacional da Mulher, porém não é dia de comemoração e sim dia de luta! É dia para refletirmos sobre as opressões que nós mulheres somos submetidas e manifestarmos nosso descontentamento. Estaremos amanhã reunidas nos manifestando no Largo Glenio Peres às 17h. Venha para a luta! Leia mais no panfleto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>8 de março é dia Internacional da Mulher, porém não é dia de comemoração e sim dia de luta! É dia para refletirmos sobre as opressões que nós mulheres somos submetidas e manifestarmos nosso descontentamento.</p>
<p>Estaremos amanhã reunidas nos manifestando no Largo Glenio Peres às 17h.</p>
<p>Venha para a luta!</p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/8-de-março.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1049" title="8 de março" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/8-de-março-1024x737.jpg" alt="" width="450" height="323" /></a></p>
<p>Leia mais no panfleto da mani!<a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/panfleto8marçoimg.pdf"> panfleto8março</a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<title>Começando as atividades do mês de luta das mulheres!</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 23:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/março-final-peq.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1044" title="março final peq" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/03/março-final-peq.jpg" alt="" width="563" height="800" /></a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<title>Espaço Deriva: próxima quinta&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 16:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta feira 21/02, o filme &#8220;RESIDENZPFLICHT&#8221; estará sendo apresentado no Espaço Deriva. O documentário será exibido as 19h seguido de um bate papo com a diretora Denise Garcia Bergt e Santiago Rodrigues. O filme está bastante em sintonia com uma nova onda de marchas e prostestos na Alemanha protagonizados pelxs imigrantes, em resposta a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Nesta quinta feira 21/02, o filme &#8220;RESIDENZPFLICHT&#8221; estará sendo apresentado no <a href="http://www.deriva.com.br/?page_id=438" target="_blank">Espaço Deriva</a>. O documentário será exibido as 19h seguido de um bate papo com a diretora Denise Garcia Bergt e Santiago Rodrigues. O filme está bastante em sintonia com uma nova onda de marchas e prostestos na Alemanha protagonizados pelxs imigrantes, em resposta a perseguição que vêm sofrendo.</div>
<div>Seguem informações e links para você saber mais!</div>
<div></div>
<div></div>
<p><iframe width="450" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Idfm4AvgDe0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<div>
<h4>&#8220;RESIDENZPFLICHT&#8221; documentario, 69min, video, 2012/Berlin</h4>
</div>
<div>
<h4>Direçao: Denise Garcia Bergt  Fotografia: Cassiano Griesang</h4>
</div>
<p>Alemanha,  o processo de asilo ainda está em  andamento e todo refugiado deve  permanecer em seu distrito de residência. Para sair, deve pedir  permissao ao escritorio local de imigraçao. Visitar um outro  distrito  sem autorizaçao implicara multa ou prisao por ate 1 ano. Residenzpflicht  (residência obrigatória) é o nome da lei que  restringe, humilha e  isola toda a pessoa que pede asilo na Alemanha.</p>
<div>Exibiçao do documentario e conversa com Denise Garcia Bergt e Santiago Rodrigues.</div>
<div>site do filme e trailer: <a href="http://residenzpflichtdoc.com/" target="_blank">http://residenzpflichtdoc.com/</a></div>
<div>Entrevista em ingles (abaixo da versao em alemao): <a href="http://www.migration-boell.de/web/migration/46_3289.asp" target="_blank">http://www.migration-boell.de/web/migration/46_3289.asp</a></div>
<div>Links:</div>
<div>The Voice Refugee Forum: <span style="color: #009933;">the<strong>voiceforum</strong>.org</span></div>
<div><span style="color: #009933;"><span style="color: #000000;">The Caravan for the rights of refugees and migrants:</span> <strong>thecaravan</strong>.<strong>org</strong></span></div>
<div><span style="color: #009933;"><span style="color: #000000;">Refugee Strike Berlin:</span><strong> </strong><a href="http://asylstrikeberlin.wordpress.com/" target="_blank"><strong>http://asylstrikeberlin.wordpress.com/</strong></a></span></div>
<p><a href="http://www.residenzpflichtdoc.com" target="_blank">www.residenzpflichtdoc.com</a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/02/Plakat-Residenzpflichtdoc.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1025" title="Plakat Residenzpflichtdoc" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2013/02/Plakat-Residenzpflichtdoc-725x1024.jpg" alt="" width="450" height="635" /></a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">página inicial</a></p>
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		<title>3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre- Relato</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 15:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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		<category><![CDATA[anarcofeminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[privilegio]]></category>

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		<description><![CDATA[A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre vem acontecendo anualmente desde 2010,  neste ano chegou à sua terceira edição. A Feira foi bastante interessante, e bem diferente por ter acontecido num espaço público. Nas nossas reuniões até decidirmos pelo Gasômetro, a opinião geral de todos os coletivos envolvidos, era de fortalecer os espaços anarquistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre vem acontecendo anualmente desde 2010,  neste ano chegou à sua terceira edição.</p>
<p>A Feira foi bastante interessante, e bem diferente por ter acontecido num espaço público. Nas nossas reuniões até decidirmos pelo Gasômetro, a opinião geral de todos os coletivos envolvidos, era de fortalecer os espaços anarquistas da cidade, por isso a dúvida entre estes espaços e um espaço público gestionado pela prefeitura. O limite de espaço físico e outras questões nos fizeram optar pelo Gasômetro, um centro cultural. Tirado isso, com questionamentos e crítica, passamos a ver as vantagens, uma delas a do acesso ao anarquismo para todxs. Muito além de uma palavra ou teoria, este acesso se mostrou verdadeiro na prática, muitas pessoas que por ali circularam, e embora muitas sem intenção de irem à feira, acabaram entrando em contato com o anarquismo, participando de alguma forma, simpatizando ou mesmo não concordando.</p>
<p>As bancas com livros, zines, revistas e materiais diversos se propuseram mais do que à exposição, mas à interação e muito debate, ao fluxo de pessoas e idéias, e às impressões com tudo isso, como espaços assim costumam ser. As oficinas rolavam nos arcos, uma extensão do espaço das bancas, e no píer, com muito calor e vento.  Foi bonito de ver e participar deste ambiente, meio caótico, intenso, barulhento e por isso mesmo necessário, pra mexer com o conforto e o previsível.</p>
<p>Houveram duas oficinas fechadas para mulheres e uma para homens. E isso novamente mexeu com as pessoas, gerou discussão e desconforto. Bem, oficina para mulheres sempre é questionada, tratada como algo sectário. A sociedade é sectária, nos divide em seres binários, bipolariza nossas ações, sentidos e emoções em função de gênero, e é por isso que precisamos nos organizar muitas vezes entre nós mesmas para decidirmos pelos problemas das quais apenas nós passamos, para não dizer sofremos. Desta forma, proporcionamos e incentivamos que sejamos as agentes das decisões que dizem respeito a nós somente, coisa que a sociedade não nos incentiva a fazer, pelo contrário, padroniza que nossas vidas estejam nas mãos de nossos pais, irmãos, maridos e também filhos (mostrando quanto o sistema de hierarquias é &#8220;flexível&#8221;), sendo eles os que “sabem o que é melhor para nós”, tomando decisões que nos dizem respeito.</p>
<p>A oficina para homens foi menos questionada, mas ainda assim com alguns olhares tortos. Algumas oficinas somente para homens têm intenção de vitimizar os homens e ofuscar os problemas das mulheres, ou mesmo ser uma “resposta” ao feminismo &#8211; como se o feminismo fosse um assunto isolado, ou que defendesse a superioridade das mulheres &#8211; designando que os homens passam por problemas opostos proporcionalmente iguais, ignorando os privilégios dos quais os homens detêm, mesmo quando a seu contragosto.  Que os homens passam por problemas de gênero, isto é inegável, mas de um ponto de vista privilegiado, o que difere bastante as experiências que vivem, mesmo que nem sempre positivas. Não foi o caso desta oficina, que pelo contrário, propôs a desconstrução da masculinidade e reflexão dos privilégios masculinos.</p>
<p>Ainda sobre as questões de gênero, das quais nosso coletivo propõe trazer para o debate como parte da luta anarquista, nossa banca foi bastante freqüentada por aquelxs que se afinizam e se interessam pelo anarcofeminismo, e tivemos a oportunidade de conversar bastante e conhecer pessoas e coletivos, o que sempre nos deixa muito motivadxs. Alguns homens porém  a repudiaram. Não digo pessoas porque foram alguns homens apenas que na feira criticaram o conteúdo anarcofeminista da nossa banca, ou que expuseram isso, talvez porque os homens se sintam mais à vontade de fazerem críticas, ou porque de alguma forma sentiram ameaçadas suas crenças. Muitas das interações foram no sentido de explicarmos o porquê das nossas reivindicações e fomos acusadxs de nos focarmos numa coisa só. Pra começar nós não estamos focadxs numa coisa só, pelo contrário, a intenção é incluir o feminismo como questão fundamental na luta por igualdades, nós realmente não acreditamos em anarquismo sem feminismo. É muito cansativo ver que ainda existe a idéia tão marxista de que temos que esquecer as diferenças e nos unirmos por uma causa “mais importante”- <em>neste caso a anti-civilização</em>. Por que haveríamos nós de deixarmos de lado os males que nos afligem?  Quem decide qual causa é mais importante para quem, x oprimidx ou quem tem o poder em suas mãos para oprimir? As distintas lutas ao contrário de se divergirem se conectam. Não pode ser mais incoerente reivindicar “união” por uma causa &#8211; que alguém julga mais importante &#8211; porque ela afasta, ela não mostra compaixão ou companheirismo, ela se disfarça em união com o único propósito de que esqueçamos das nossas lutas específicas, do tratamento e oportunidades diferenciados que temos, para nos transformarmos em massa de manobra. A solidariedade é uma das questões mais importantes do anarquismo, se não sabemos nos solidarizar, se não podemos compreender<strong> </strong>as dificuldades pelas quais não passamos<strong> </strong>e as reivindicações que surgem dessas dificuldades, estaremos sendo insensíveis e incoerentes enquanto anarquistas. A solidariedade derruba dogmas e instituições, as ameaça e enfraquece, por isso se diz que <em>a</em> <em>solidariedade é uma arma</em>.</p>
<p>Mas podemos dizer que muito mais foram as pessoas que se interessaram positivamente, muitxs foram xs que gostaram das bancas, materiais e das oficinas sobre gênero e que comentaram que estavam entusiasmadxs por verem na feira o feminismo tão presente.</p>
<p>A Feira rolou intensa. Importante dizer que mais uma vez foi fundamental a colaboração das pessoas que vieram de outras localidades, diversificando o espaço e tornando-o mais atrativo, além de propiciar os intercâmbios diversos. A feira aconteceu, e nos faz refletir de sua importância quanto a um espaço para encontro, troca e difusão das idéias libertárias. Que as feiras anarquistas continuem se espalhando pelo mundo.</p>
<p>Enila Dor.<br />
ação anti sexista<br />
26.12.2012</p>
<p>confira também <a href="http://flapoa.deriva.com.br/?p=470" target="_blank">compartilhando impressões da 3ª FLAPOA</a></p>
<p><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a></p>
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		<item>
		<title>Estratégias de mobilização AnarcaFeminista &#8211; Hoje na 3ª FLAPOA!</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Nov 2012 12:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ação Anti-Sexista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poa]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje no segundo dia da 3ª FLAPOA além da exposição de materiais anaquistas durante todo o dia, seguem as oficinas e bate papos, filme e intervenções artísticas, confira toda a programação no site da feira flapoa.deriva.com.br/ Às 19h estaremos propondo um bate papo, somente para mulheres: Estratégias de mobilização AnaracaFeminista Propostas para construção de rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no segundo dia da <strong>3ª FLAPOA</strong> além da exposição de materiais anaquistas durante todo o dia, seguem as oficinas e bate papos, filme e intervenções artísticas, <strong>confira toda a programação no site da feira</strong><strong> flapoa.deriva.com.br/</strong></p>
<p>Às <strong>19h</strong> estaremos propondo um bate papo<strong>, somente para mulheres</strong>:</p>
<p><strong>Estratégias de mobilização AnaracaFeminista<br />
Propostas para construção de rede anarcafeminista, batepapo sobre novas (e velhas) táticas de ação, mobilização e propagação das idéias anarcafeministas.</strong></p>
<p>Apareça!</p>
<p><strong>((A)) ((E)) !</strong></p>
<p><strong><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2012/11/tumblr_madfjbEogd1qjnlwxo1_500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1006" title="tumblr_madfjbEogd1qjnlwxo1_500" src="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/wp-content/uploads/2012/11/tumblr_madfjbEogd1qjnlwxo1_500.jpg" alt="" width="460" height="417" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://anarcopunk.org/acaoantisexista/" target="_self">Página Inicial</a><br />
</strong></p>
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